Hoje, li uma matéria, até um pouco antiga, em que um clube tradicional do basquete brasileiro, veio a público falar que perdeu dois dos patrocinadores principais.Segundo a assessoria de imprensa, já estão conversando com outros patrocinadores, em potencial.
Esse é o tipo de erro muito comum nos clubes brasileiros, inclusive em clubes que aparentemente tem uma boa estrutura.
O patrocínio representa, em muitas das vezes 100% da receita dos clubes, então deve-se ser essa a prioridade número um de toda a entidade (todos departamentos de gestão devem dar sua contribuição para a gestão desse recurso). Não se pode esperar o fim do contrato para perguntar ao patrocinador se ele vai querer renovar ou não.
Seis meses antes do término do contrato com o patrocinador, já deve-se ser fechado um novo contrato. E caso isso não ocorra, é o período que o departamento de marketing terá para procurar novos parceiros.
Seguindo esse procedimento o clube não será pego de surpresa, e saberá quais serão suas reais possibilidades para as próximas gestões.
E caso não consiga renovar com o patrocinador, ou não consiga fechar novas parcerias, deve-se na gestão seguinte usar o fundo de emergência, o qual deverá ser criado com recursos vindos de gestões anteriores. O ideal é reservar pelo menos 5% de toda a receita gerada anteriormente.
Dessa forma os clubes estarão bem preparados para as épocas de escassez.
André Santos
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